Como receber encomendas com a portaria virtual?

O porteiro é uma figura que traz segurança para os condomínios. Saber que existe alguém tomando conta do fluxo de pessoas do prédio, faz com que todos os moradores fiquem mais tranquilos. Além disso, um guardião que, pelo interfone, faz perguntas e controla quem circula no ambiente, diminui as chances da entrada de pessoas indevidas.

Esse profissional costuma ter uma rotina agitada em prédios grandes, com centenas de apartamentos (inclusive, alguns condomínios contam com mais de um porteiro, para dar conta de todos os atendimentos). Porém, em prédios menores, essa pessoa fica ociosa.

No final das contas, esse ócio acaba sendo prejudicial para todo mundo. Para o porteiro — que fica sem nada para fazer — e para os condôminos, que precisam pagar altas taxas para manter esse funcionário. Uma estratégia adotada por muitos síndicos, inclusive, é fazer com que essa pessoa fique responsável por outras atividades além da portaria, como tirar o lixo, limpar os corredores, etc. O resultado disso? Eventualmente o porteiro não está na sua mesa quando alguém chega no prédio.

Uma solução adotada com sucesso em muitos prédios é a portaria virtual.

Como o nome já diz, esse sistema conta sim com um porteiro, que fica responsável por atender todas as pessoas que chegam no prédio. Porém, ele faz todo esse trabalho remotamente. Com o auxílio de câmeras, uma pessoa que está na central de atendimento consegue conversar com quem aperta o interfone e faz todos os direcionamentos necessários.

Os visitantes e entregadores de pizza, por exemplo, não conseguem diferenciar um porteiro remoto de um que fica fisicamente no ambiente. Quem interfona tem a impressão de que tem alguém do outro lado do portal falando. Isso faz com que todo o processo seja muito seguro.

A portaria virtual tem dezenas de benefícios. É bem mais barato do que manter um porteiro exclusivo e a segurança é realmente alta. Porém, ela conta com um ponto negativo que merece atenção: o porteiro remoto não recebe encomendas dos Correios.

Como todo serviço da portaria virtual é feito à distância, fica difícil receber as compras que chegam durante o dia. O que eles fazem é apertar o interfone do condômino que recebeu a correspondência. Caso ele não atenda, o entregador precisa levar a encomenda de volta consigo.

Nesse contexto, muitas pessoas que contam com a portaria virtual (ou que não têm porteiro) começaram a pedir para que as suas encomendas fossem direcionadas para os seus endereços comerciais. O problema é que o volume de entregas em escritórios aumentou. Isso fez com que diversos gestores proibissem a entrega. E agora, como fazer para receber as encomendas?

Uma alternativa excelente para quem tem portaria virtual é adotar os pontos de retirada na hora de fazer compras em e-commerces.

Esse processo é muito simples e você não paga nenhum real para usar. Legal, né? Para começar, você se cadastra no Send4me. Na compra online, em vez de colocar o seu endereço, usa o informado pelo serviço. Na hora da entrega, vai até um estabelecimento perto da sua casa, que guarda suas encomendas para você. Saiba mais sobre essa facilidade aqui.

Ao usar o sistema de pontos de retirada da Send4 você conta com a praticidade de não precisar se preocupar com alguém recebendo as suas encomendas no prédio. Além disso, recebe descontos especiais nos estabelecimentos que recebem o seu pacote.

Os pontos de retirada, aliados à portaria virtual tornam a vida dentro do seu condomínio muito mais segura, econômica e prática 😉

como diminuir a pegada ambiental do e-commerce?

Como vamos ajudar a salvar o planeta?

[fusion_builder_container hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” overlay_opacity=”0.5″ border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”center top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”no” min_height=”” hover_type=”none” link=””][fusion_text]

Em 2017, o e-commerce brasileiro foi responsável por gerar 203 milhões de pacotes, de acordo com uma pesquisa da Neomove em parceria com a ABComm. Como o comércio virtual está sempre crescendo, a tendência é que em 2018 o segmento gere ainda mais pacotes e entregas. A previsão é de que este ano termine com 220 milhões de pedidos.

Esse dado é positivo, pois mostra como a economia do país tem potencial de melhora. Além disso, demonstra que as pessoas entendem que o e-commerce tem benefícios: economiza tempo, traz a possibilidade de comparar preços — gerando economia —, permite que pessoas em lugares remotos tenham acesso às novidades, entre outros.  

Porém, o consumo pela internet está gerando um impacto negativo na natureza.

Para que o meio ambiente não seja comprometido, é importante que as lojas virtuais e os consumidores repensem a forma de entrega dos produtos, principalmente neste período, que é o mês de repensar a sustentabilidade (dia cinco de junho foi o Dia Mundial do Meio Ambiente).

Se no total 220 milhões de pedidos são realizados, isso significa que todos esses pacotes precisam sair de um centro de distribuição em direção à casa dos compradores. Esse transporte gera poluição. A situação fica ainda pior quando os prédios não têm porteiros. Isso porque o consumidor precisa ir até uma unidade dos Correios, ou esperar que a transportadora volte até o seu endereço num horário em que ele esteja presente, gerando mais deslocamento e poluição.

Levando em consideração que esses pacotes saem de São Paulo — que é onde ficam os maiores centros de distribuição do Brasil — a média de deslocamento que eles têm é de 500 km até chegar no consumidor. Isso significa que são gastos 0,16 ton CO2  por pedido (3,3Kg CO2/litro de diesel). No total, as entregas do e-commerce brasileiro serão responsáveis pela emissão de 35 milhões de toneladas de CO2, em 2018.

Esse número é alarmante. O transporte no e-commerce brasileiro, da maneira que está sendo conduzido, gera uma enorme pegada ecológica — a quantidade de recursos naturais renováveis que são gastos para manter nosso estilo de vida — no meio ambiente.

Mas então o que pode ser feito para diminuir esse impacto da entrega do e-commerce no meio ambiente?

Se 30% da população — que é exatamente a porcentagem de quem não tem porteiro em casa — decidisse usar o clica e retira, em vez da entrega tradicional, o impacto já seria muito menor. Isso diminuiria 10% do percurso percorrido dentro das áreas urbanas com carros e motos. O resultado seria 63 milhões de entregas a menos nas cidades, que são o equivalente a um milhão de toneladas de CO2 reduzidas. No total, a redução da pegada ecológica seria de 2,88%, em um ano de operação.

A Send4 é uma empresa que trabalha com rede de pontos de retirada, que são uma alternativa para quem deseja diminuir a poluição gerada pelo e-commerce. Isso porque ela conta com uma série de estabelecimentos que estão dispostos a receber essas encomendas para o consumidor. Ao sair do trabalho, essa pessoa pode passar em um desses locais — que fica no seu caminho de casa. Dessa maneira, ela tem comodidade e diminui o impacto realizado no dia a dia.

Para saber mais sobre pontos de retirada, acesse: https://www.send4.com.br/

 

[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

Como será o supermercado do futuro?

É difícil pensar em como será o supermercado no futuro? Então, pense na tradicional cena de uma pessoa fazendo compras hoje.

Provavelmente o que surgiu na sua cabeça é um homem ou uma mulher andando pelos corredores enquanto empurra um grande carrinho. Nas gôndolas, as opções são enormes: cabe ao consumidor gastar energia escolhendo o que mais se adequa a sua necessidade. Na hora de pagar, essa pessoa se dirige ao caixa, espera na fila, entrega todos os itens, um a um, para o atendente e passa o cartão de crédito. Por fim, todas essas compras — que estão em sacolas plásticas — são recolocadas no carrinho de supermercado e encaminhadas para o carro, que está no estacionamento.

O modelo do que conhecemos como supermercado surgiu em 1930 nos Estados Unidos.
Logo que foi lançado, ganhou o coração dos consumidores, que buscavam um lugar onde pudessem fazer compras com mais independência, rapidez e preços baixos. Antes de existir, era comum que as pessoas adquirissem os itens para casa nos armazéns, em que funcionários entregavam o produto na mão do cliente.

Desde então, o varejo passou por diversas adaptações, sempre com o objetivo de se adaptar ao comportamento do consumidor e, consequentemente, aumentar as vendas. Porém, nos próximos anos, essas mudanças serão ainda maiores e os estabelecimentos que não se adequarem vão perder clientes e correr o risco de fechar.

 

O novo consumidor

Esqueça o mercado por um momento e preste atenção no consumidor Millennial (aqueles que nasceram entre as décadas de 1980 e 2000). Esse indivíduo é extremamente conectado, gosta de praticidade e tem hábitos de consumo que se diferem de seus pais. No passado, ter um carro e uma casa própria, por exemplo, era o sonho de qualquer adulto. Hoje, carros foram substituídos pela facilidade do Uber e a casa própria está no final de uma lista com várias outras prioridades.

Esse é o consumidor do supermercado do futuro. Ele quer:

  • agilidade: existem coisas mais importantes no seu dia do que comprar mantimentos
    praticidade: quanto mais coisas ele puder resolver no mesmo ambiente, melhor
  • saúde: ele tem noção de que muitos produtos industrializados não fazem bem e quer escolher as opções mais saudáveis
  • sustentabilidade: essa geração tem consciência de que os hábitos de consumo atuais estão destruindo o planeta
  • tecnologia: se todas as áreas da sua vida são tecnológicas, por que o mercado não seria?!
  • customização: quanto menos ele precisar gastar energia pensando no produto que mais se adequa a sua rotina, melhor!
  • inovação: tudo que é diferente e inovador tem chance de ganhar a atenção desse exigente consumidor

E como o supermercado pode se adaptar a esse consumidor?

A principal dica para pensar no supermercado do futuro é: o consumidor precisa ser o centro desse negócio (em inglês, o nome disso é consumer centric). Isso significa que cada uma das ações realizadas nesse ambiente devem servir para tornar a experiência desse indivíduo mais interessante.

Estrutura física

A primeira mudança prática é na estrutura física dos estabelecimentos. O supermercado tradicional é um grande galpão, com uma série de gôndolas repletas de produto. O varejo do futuro, não! A loja deixa de ser o foco principal do ambiente e reúne outras conveniências, como pet shop, salão de beleza, banco, restaurantes, casa de sucos, etc. A lógica é garantir que o cliente vá até esse ambiente para resolver várias questões, com pouco deslocamento.

Ainda falando da estrutura, um ponto específico merece atenção: atualmente, o pagamento das compras é feito com o auxílio de pessoas, que ficam nos caixas. No futuro, esse formato não vai existir. Ele poderá ser substituído pelo self-checkout, no qual o próprio comprados passa as suas compras e realiza o pagamento, ou então por um sistema em que o cliente “não precisa nem pagar”!

Sim, esse último exemplo já existe nos Estados Unidos na Amazon Go, supermercado físico da gigante da internet. O sistema dessa loja funciona da seguinte maneira: cada cliente precisa ter em seu celular o app da Amazon Go, que serve tanto como credencial para entrar na loja, quanto para realizar o pagamento. Dentro do estabelecimento, cada produto que o comprador coloca na sacola física já é automaticamente adicionado no “carrinho virtual” do aplicativo.

Caso mude de ideia, o cliente pode devolver o item para a gôndola, e ter o seu valor deletado da conta final. Ao terminar sua seleção, é só sair do mercado, simples assim! Isso porque totens específicos conseguem identificar exatamente o que consumidor está levando. A cobrança por essa compra será debitada diretamente no cartão de crédito.

Tecnologia e análise de dados

O exemplo da Amazon Go também se encaixa nesse item. Os supermercados do futuro precisam ser mais tecnológicos e usar as informações dos clientes de uma maneira inteligente. Com um bom sistema de BI, o varejista consegue recolher diversos dados sobre o comprador, como por exemplo: quais produtos mais consome, com que frequência, etc. Essas informações são excelentes para que o estabelecimento entenda hábitos e crie ações que aumentam as vendas.

Lifestyle alinhado com o consumidor

Esse consumidor Millennial opta por marcas que estão alinhadas com os seus valores pessoais e com o seu lifestyle. Isso pode e deve ser estendido para o supermercado! É importante que esse estabelecimento (físico ou digital) tenha um mix de produtos orgânicos, ofereça opções de alimentos prontos, tenha uma preocupação com a sustentabilidade, etc.

Esse movimento ainda está começando no Brasil. Porém, ao olhar para outros locais, como os Estados Unidos, por exemplo, é possível identificar supermercados com esse perfil. Um deles é o Whole Foods, que foi adquirido pela Amazon.

O Whole Foods tem essa preocupação com todos os produtos que vende, oferecendo apenas opções naturais, orgânicas ou sem conservantes artificiais.

 

Experiência que une o ON com o OFFLINE: ominichannel

Lembre-se de que o supermercado do futuro não precisa necessariamente ser num espaço físico. Com o smartphone em mãos, o consumidor consegue escolher com facilidade quais produtos deseja. Para recebê-los, pode ir até o estabelecimento, no esquema de comprar online e retirar na loja. Ou, se preferir, pode mandar todos os itens diretamente para a sua casa.

A análise de dados também está diretamente ligada a este tópico. Isso porque — a partir do momento que o supermercado entender os hábitos do consumidor — pode começar a oferecer uma série de outros produtos relacionados.

⇒ Faça parte da maior rede de pontos de retirada de mercadorias do país

 

 

O Supermercado do futuro pode parecer muito distante da realidade atual.

Porém, o varejista que está de olho na construção do supermercado do futuro deve ter em mente que, assim como no passado os armazéns foram substituídos por alternativas mais modernas, o mercado como conhecemos hoje em breve vai deixar de existir. Ganha destaque quem começar a executar essas inovações antes.

Quer saber mais sobre inovação no varejo?

Como será a loja do futuro?

A cada dia, mais e mais e-commerces são lançados na internet, movimentando a economia e facilitando a vida dos compradores. Para se ter ideia, em 2017 as compras online foram responsáveis por movimentar R$59,9 bilhões, apenas aqui no Brasil. A expectativa é que em 2018 aconteça um crescimento de 15% nesse mercado.

Com esse cenário, uma pergunta que surge entre os varejistas é:

e a loja física, como é que fica?

 

As lojas offline vão continuar existindo por muitos anos!

Porém, a tendência é que elas se transformem para atender ainda melhor esse consumidor que está constantemente online. Acredita-se que daqui 20 anos, a distinção entre loja física e online não vai mais existir. Isso porque os estabelecimentos vão alinhar todos os pontos de contato que têm com o cliente.

Selecionamos algumas tendências que já estão acontecendo em diversas lojas físicas do mundo e que já trazem algumas ideias de como o varejo offline será no futuro próximo. Confira!

 

Experiência é tudo!

Como as pessoas podem facilmente comprar pela internet, a loja física vai se tornar muito mais um lugar para que o consumidor entre em contato com a marca.

Para isso, é fundamental oferecer uma experiência positiva e única, que não pode ser encontrada online. A Glossier, marca de cosméticos americana que nasceu online, entendeu essa característica antes de lançar as suas primeiras lojas físicas. Atualmente, esses estabelecimentos offline servem como uma ferramenta para que a Glossier fortaleça o vínculo entre marca e consumidor.

glossier is not all hype I REPEAT GLOSSIER IS NOT ALL HYPE

Uma publicação compartilhada por manu (@caritadepincel) em

 

Guide Shops

Quando se fala de roupa, muita gente ainda prefere comprar e escolher na loja física.

Essa característica vai continuar existindo no futuro, afinal é difícil substituir o bom e velho provador na hora de escolher uma blusa. Porém, a novidade será que o consumidor não precisará sair com sacola do estabelecimento. Ele escolhe, prova, realiza o pagamento e vai para casa. O produto chega em pouco tempo na sua residência. A Amaro é uma loja que nasceu virtual, mas que decidiu criar showrooms em algumas cidades do Brasil que funcionam nesse esquema.

 

Pontos de retirada e coleta de produtos

O engraçado é que um modelo completamente oposto a esse também é tendência!

Pequenas ou grandes lojas, não importa, varejistas também se tornarão prestadores de serviços e serão pontos de conveniência aos cliente. Quanto mais serviços e produtos oferecidos maior a atração de clientes e a chance de aumento de faturamento com praticamente o mesmo custo e infra-estrutura.

No esquema “Clica e Retira”, o consumidor escolhe e paga um produto online, porém, vai até o estabelecimento para retirar sua encomenda. Fazendo a compra pela internet e retirando na loja paga um valor de frete muito mais barato e não precisa se preocupar em estar em casa para receber o pacote.

Este mesmo modelo será usado para a devolução de produtos comprados online, agilizando a solução (troca ou estorno) para o cliente, que poderá inclusive escolher os produtos que deseja receber em troca ou mesmo comprar novos produtos de uma só vez.

 

Parece muito distante?

Isso já é uma realidade nos mercados asiáticos e europeu, com Amazon e grandes referência no mercado digital entregando e recebendo produtos por pontos estrategicamente espalhados nas grandes cidades. A Send4 trouxe esse modelo para o Brasil e já conta com centenas de pontos locais em sua rede com destaque para a participação da 5àsec, Latam Travel, Postos Ale e Concessionárias Toyota.

Torne-se um ponto de retirada de produtos na sua região >

 

Meios de pagamento descomplicados

“Cartão ou dinheiro?” Essa pergunta definitivamente ficará fora de moda no futuro próximo. Isso porque a tendência é que as lojas precisem trazer outras alternativas para os consumidores, que sejam mais práticas e rápidas. Algumas opções que já estão disponíveis no mercado são pulseiras de pagamento, celulares e relógios que finalizam as transações bancárias, etc.

No passado, as lojas precisavam aderir às maquininhas de cartão de crédito. No futuro, todas essas outras alternativas devem ser adotadas, para melhorar a experiência, tanto do consumidor como dos vendedores.

 

Self-service

Uma pesquisa global conduzida pelo professor Steven Van Belleghem concluiu que 70% das pessoas preferem ter um atendimento self-service nas lojas físicas. Essa não é apenas a opinião do público, mas também uma grande tendência de varejo. As pessoas querem mais autonomia para fazer compras nos estabelecimentos, sejam em lojas de roupas (que não contam com vendedores), ou em supermercados (que contam com caixas de pagamento no qual o próprio consumidor passa e paga as mercadorias).

Essa tendência, inclusive, ajuda os donos de estabelecimento a reduzirem custos com funcionários!

 

 

Assim como o cliente que comprar sozinho, ele também quer se autoatender para resolver problemas e outras questões relacionadas a sua compra. Neste movimento, algumas ferramentas podem ajudar a surpreender o cliente e oferecer uma experiência inovadora, como o Troque Fácil.

 

troque fácil e aumente a retenção do seu e-commerce

 

Robôs

Todo mundo que assistiu Os Jetsons já deve ter se perguntado se algum dia a “Rosie” existiria na vida real. A tendência é que as lojas do futuro contem sim com robôs que aux

iliarão o consumidor nos estabelecimentos. Atualmente, a Lowe’s — loja de materiais de construção americana — já conta com robôs que falam diversas línguas. Já o shopping de Stanford, em Palo Alto na Califórnia, conta com um “RoboCop”, que funciona como um guarda para o estabelecimento.

 

Perguntar para Google a respeito do estoque

Ir até uma loja para fazer compras é uma boa experiência. Porém, chegar até o estabelecimento e descobrir que ele não conta com o produto desejado é extremamente frustrante. Nos Estados Unidos, quem conta com o Google Home pode perguntar para a assistente virtual quais são as lojas que contam com um item específico. O nível de detalhe é grande! Você pode pedir coisas do tipo: “Ok, Google, me conte onde posso encontrar um sapato da marca X de cor preta e no tamanho 37”.

Para que essa funcionalidade realmente atinja o consumidor de uma maneira positiva, as lojas do futuro precisam contar com um bom ERP com sistema de estoque.

 

Lojas que identificam os consumidores

A experiência de consumo nas lojas do futuro serão cada vez mais personalizadas. Com a ajuda de um histórico de compras, os estabelecimentos podem identificar exatamente o que a pessoa costuma comprar, bem como as marcas que mais a agradam. Dessa maneira, conseguem oferecer descontos, que fidelizam o consumidor. Diversas lojas já usam esse recurso, tanto no Brasil quanto no exterior. Por aqui, o Pão de Açúcar comanda o movimento, enquanto nos Estados Unidos a Target já é um case de sucesso.

 

Para atender esse novo consumidor, as lojas físicas necessitam de inovação.

É preciso ter em mente que a experiência do comprador deve ser excelente, a ponto de ele ter vontade de sair de casa e ir até o estabelecimento. Para isso, é importante usar a tecnologia de uma forma inteligente e criativa, sempre trazendo conveniência para o consumidor.

Além disso, é fundamental lembrar que, no futuro, a separação entre loja online e offline não vai mais existir: o varejo como um todo estará completamente conectado, oferecendo uma verdadeira omni-experience para o consumidor.

Clique aqui para saber como fazer parte dessa revolução do varejo >

5 dicas para comprar online com segurança

O mundo virtual é muito bonito e cheio de opções de e-commerces para compras, mas todo bom shopaholic precisa estar por dentro das dicas de segurança na hora de comprar online.

Read more

Lojas online com descontos para o dia das mulheres

Para te ajudar a ficar por dentro das melhores promoções do Dia das Mulheres, nós da Send4 separamos as principais e melhores descontos para você comprar online!

Read more

5 livros com histórias de mulheres fortes!

O dia da mulher está chegando! 8 de março foi a data criada para honrar as lutas femininas e homenagear todas as mulheres fortes que lutam por seus direitos.

Read more

Compras Online: CEP restrito, e agora?

Se você se encontra em uma região com CEP restrito, não se preocupe, a gente separou algumas soluções que podem resolver o seu problema, e assim você poderá receber os seus produtos de maneira fácil e prática!

Read more

Restrições de envio Send4

[fusion_builder_container hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” overlay_opacity=”0.5″ border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”no” min_height=”” hover_type=”none” link=””][fusion_title hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” size=”2″ content_align=”left” style_type=”none”]

Na hora de fazer a sua compra online fique atento a algumas especificações e restrições de envio.

[/fusion_title][fusion_text]

Os pacotes precisam ter, no máximo, 50 cm de altura, 60 cm de largura e 50 cm de profundidade, além de não poder conter mais de 10 kg.
A Send4, seguindo orientações da Legislação Brasileira, não aceita o envio de:

  • Latas de aerossol;
  • Animais ou criaturas de qualquer espécie, pele animais e restos animais ou humanos;
  • Gases, pirotecnia, inflamáveis, corrosivos, tóxicos, nocivos, perigosos, radioativos ou oxidantes;
  • Moeda de qualquer tipo (dinheiro, cheques, moedas, ticket para eventos, cartões de pagamento);
  • Amostras biológicas;
  • Drogas e medicamentos;
  • Água/Gelo;
  • Resíduos ambientais e resíduos médicos;
  • Substâncias infecciosas;
  • Perecíveis (Alimentos, flores…);
  • Materiais pornográficos, publicações obscenas ou ilegais;
  • Armas, réplicas e munições.

[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

Pesquisa mostra a opinião dos europeus sobre o Click & Collect

O Click & Collect, assim como os Pontos de Retirada, são uma excelente estratégia para os lojistas que desejam aumentar suas vendas.

Read more